Não é fraqueza. É um alarme que aprendeu a disparar na hora errada — e que tem uma origem identificável e tratável.
A amígdala, região do cérebro responsável pelo alarme de perigo, aprende padrões ao longo da vida. Quando ela associa situações cotidianas à ameaça — geralmente a partir de eventos do passado dos quais às vezes nem lembramos — dispara o modo de luta ou fuga mesmo sem perigo real.
É por isso que "saber" que não há perigo não é suficiente para parar a ansiedade. A parte que precisa ser alcançada está além do que o pensamento consciente acessa. Está na mente subconsciente — exatamente onde a hipnoterapia atua.
Analiso em detalhes seus sintomas e quadro emocional e defino o seu mapa terapêutico. Você vai entender a origem da sua ansiedade, como a sua mente se comporta diante dela e por quais motivos você passa por isso — sem precisar contar toda a sua história.
Em estado hipnótico, acessamos a mente subconsciente — onde o padrão de ansiedade foi instalado. Identificamos o evento ou crença original e trabalhamos para que o cérebro o reprocesse de forma diferente.
O cérebro aprende que pode se sentir seguro em situações que antes disparavam o alarme. Instalamos respostas novas diretamente no subconsciente — não por convencimento intelectual.
Você sai com ferramentas práticas de autorregulação e com um padrão subconsciente transformado. O objetivo é que você assuma o controle da sua vida — sem dependência do processo terapêutico.
Em 90% dos casos já se percebe mudança na primeira sessão — porque tratamos a causa, não o sintoma.
Episódios se tornam menos frequentes e o volume diminui. Você percebe o início antes do pico e consegue intervir.
O tempo para retornar ao equilíbrio após um episódio cai significativamente ao longo do processo.
Situações que você evitava voltam a ser acessíveis. A vida deixa de ser gerenciada em torno do medo.
“Eu tinha ataques de pânico no trânsito há dois anos. Precisava que alguém me buscasse no trabalho às vezes. Depois de quatro sessões com o Douglas, fui e voltei sozinha. Chorei no carro — mas de alívio.”
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