A voz mais cruel que você ouve geralmente é a sua própria. Ela não é verdade — é um padrão aprendido, instalado no subconsciente, que pode ser desaprendido.
A autoestima não é uma característica de personalidade fixa. É uma narrativa construída ao longo da vida a partir de experiências, mensagens recebidas e interpretações de acontecimentos importantes — muitos deles ocorridos na infância, quando você ainda não tinha recursos para questioná-los.
Essa narrativa se instalou no subconsciente e hoje opera como verdade absoluta — mesmo sendo completamente falsa. Por isso o convencimento intelectual não basta: a mudança precisa acontecer onde o padrão vive.
Identificamos a crença central que alimenta o padrão — "não sou amável", "não sou capaz", "preciso me provar" — e quando ela foi formada. Você vai entender de onde veio o que sente sobre si mesmo.
Em estado hipnótico, acessamos a experiência que criou a crença com os recursos que você não tinha na época. O objetivo é que o cérebro reprocesse essa memória sem a carga emocional original.
Trabalhamos uma visão de si mesmo mais alinhada com quem você de fato é — não com a versão que a dor, a rejeição e o sentimento de incapacidade construíram.
Identificamos os gatilhos comportamentais específicos e instalamos interrupções — pontos de consciência onde a escolha diferente se torna possível. O objetivo é que você assuma o controle da sua vida.
“Passei 35 anos achando que não merecia as coisas boas que apareciam. Terminava relacionamentos, saía de empregos bons. Depois do tratamento com o Douglas entendi que era um padrão — e mudei. Pela primeira vez deixei uma coisa boa ficar.”
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