Quando estar entre pessoas custa uma energia que ninguém vê. Dá para deixar de se monitorar.
Em algum momento, ser visto passou a significar risco — de rejeição, crítica ou exclusão. O cérebro aprendeu a vigiar cada gesto para evitar esse risco.
Esse monitoramento funciona no automático. Por isso não basta decidir relaxar: é preciso trabalhar a experiência que ensinou o cérebro a se proteger assim.
Conversamos sobre o que está acontecendo, eu entendo o quadro e identificamos o padrão central ligado ao medo de julgamento. Não é necessário contar toda a sua história. Dura cerca de 20 minutos.
Em estado de foco profundo, acessamos a experiência ou a crença que sustenta o padrão — com ela ativa, não apenas descrita — e introduzimos uma vivência nova que contradiz o que ficou gravado.
Levamos a mudança para os contextos reais da sua vida, e você sai com recursos próprios de regulação. O objetivo é que você não precise mais de acompanhamento.
Se você faz acompanhamento psicológico ou psiquiátrico, ele continua. Não prometo prazo nem número de sessões antes de conhecer o seu caso, e resultados variam de pessoa para pessoa.
“Depois de anos com ansiedade constante, consegui ir a um evento social sem entrar em colapso. Chorei de alívio quando percebi.”
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